Indústria prevê que vendas de máquinas agrícolas aumentem 10% em 2020

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Após um período de incertezas causado pela pandemia, devido à necessidade de atualização da frota de tratores e colheitadeiras, bem como ao motor que precisa ser atualizado na produção agrícola, o setor de máquinas agrícolas do Brasil pode estar Crescimento de vendas de 5% a 10%. Retomar o investimento no setor de cereais. A estimativa é de Rafael Miotto, vice-presidente para a América do Sul do Departamento de Agricultura da New Holland, sob o argumento de que houve uma “recuperação abrangente” nas vendas diretas aos agricultores.

No entanto, para as vendas às concessionárias, o executivo acredita que o processo é mais lento e o desempenho anual melhora um pouco, cerca de 5%. Ele disse à Reuters: “Temos uma base de demanda, precisamos atualizar o parque de máquinas (para atualizar a tecnologia), e neste momento teremos uma remuneração rica porque as safras foram vendidas com antecedência e os preços estão altos.” Segundo ele, considerando a atual situação dos preços das commodities, 2020 deve ser um ano recorde de vendas de máquinas, mas o impacto do coronavírus que ocorreu “fora da porta” limita o crescimento dos investimentos. A pandemia não afetará os produtores, mas afetará todo o meio ambiente. Ele é cauteloso “, acrescentou.

Depois de um período de incertezas pela pandemia, a indústria de máquinas agrícolas
do Brasil pode fechar o ano no azul.

Se, por um lado, a pandemia trouxe incertezas no primeiro semestre, por outro, a eclosão da doença causou uma valorização do dólar, o que tornou os produtos agrícolas mais competitivos na exportação. Além disso, a demanda por soja principalmente da China é forte, e os produtores têm disparado nas primeiras vendas – este é o fator decisivo na reação do mercado de máquinas.

“Essa situação mostra que já temos potencial de crescimento para o próximo ano. Devemos ser cautelosos, mas minha visão é otimista. Miotto disse:“ Não vejo como melhorar ”, sem ter que arriscar prever o aumento em 2021. Em O Brasil, maior produtor e exportador mundial de soja, encontra-se na fase de semeadura de suas safras, com previsão de comercialização de mais da metade. Em Mato Grosso, principal fornecedor do grão do país, as vendas atingiram 60%.

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