Milho vai além da pipoca e alimenta a economia do país

  • Post category:Agronegócio

Simples de se fazer, parceira ideal dos filmes e a ponta de uma atividade que gera bilhões para o país. A pipoca é praticamente um patrimônio do brasileiro.
Não por acaso, o país é o segundo maior consumidor mundial do petisco, atrás apenas dos Estados Unidos. E a procura cresceu na quarentena.
O milho é o terceiro produto do campo que mais traz renda ao agronegócio, com a expectativa de movimentar R$ 75 bilhões neste ano, ficando atrás da soja (R$ 167 bilhões) e do boi gordo (R$ 101 bilhões), segundo o Ministério da Agricultura.
O Brasil foi o líder mundial em exportação de milho no ano passado, segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês).
Em 2019, o setor registrou vendas recordes ao exterior, de cerca de 44,9 milhões de toneladas, e faturou mais de US$ 7,2 bilhões com o grão.

Procura subiu na quarentena
Pesquisas mostraram um aumento nas compras de alimentos para a casa durante a pandemia e um deles foi a pipoca, segundo a diretora de marketing da General Mills Brasil, Priscila Pizano.
“66% disseram estar comendo mais em casa, isso tem impacto (no consumo de pipoca). Houve aumento no consumo do streaming e da TV, e você vê uma relação muito forte da pipoca com a TV.
A pipoca tá no dia-a-dia do brasileiro, mas tem espaço para se consumir mais”, explica.

No Brasil, 5 tipos são mais populares e merecem destaque:

1 – O já falado milho pipoca;
2 – milho doce, que é vendido enlatado;
3 – milho verde, usado para a fabricação de pamonhas,
4 – milho branco, que é o usado na canjica;
5 – e o minimilho, ou baby corn, que é usado em saladas.

Porém, todas essas variedades representam menos de 5% do mercado brasileiro de milho, onde o foco é a produção do grão como commodity, ou seja, utilizado como matéria-prima por indústrias para a fabricação de óleo ou processamento para ração animal.

Fonte

Deixe uma resposta